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quinta-feira, 9 de outubro de 2014

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Por: Unknown quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Esta semana, a Adobe anunciou uma parceria com a Microsoft para adaptar toda a suíte Creative Cloud para touchscreens no Windows. O Photoshop foi o primeiro, otimizado este ano para o toque e canetas stylus. E no vídeo abaixo, eles mostram o que virá a seguir.
Na conferência Adobe Max, a empresa demonstrou uma nova versão do Illustrator com um modo projetado para laptops touchscreen e tablets. Os programas para edição de vídeo Premiere Pro e After Effects também serão adaptados para interfaces de toque no Windows.
As adaptações incluem botões maiores e interfaces mais simplificadas para se trabalhar com os dedos ou com uma stylus. São basicamente as otimizações que o Photoshop recebeu este ano no Windows 8.1.
Mas neste vídeo, a Adobe mostra sua visão para o futuro de seus aplicativos gráficos para tablet – é algo realmente incrível e quase mágico. Se a Adobe conseguir uma fração do que ela mostra aqui, eu já ficaria feliz:


Microsoft e Adobe também planejam integrar as assinaturas do Creative Cloud e do Office 365 em uma só. “Há muita coisa acontecendo entre as duas empresas”, disse Satya Nadella, CEO da Microsoft, no Adobe Max. No evento, os desenvolvedores levaram um Surface Pro 3 de graça. 


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Por: Unknown

A Samsung apresentou um novo televisor gigante nesta quinta-feira, 4, mas o que impressiona no aparelho não são suas 105 polegadas, nem o fato de que a tela é curva. O grande diferencial é que a TV, mesmo com esse tamanho, é flexível.
A televisão tem resolução 4K e proporção 21:9. Ela faz a transição entre as posições plana e curva por meio de um botão: o usuário pode escolher a melhor configuração para o momento ou o ambiente.
O produto tem foco no mercado europeu, só que a empresa não anunciou data nem preço de lançamento. Mesmo assim é possível estimar que a novidade sairá bem cara.

Em 2013, a Samsung trouxe ao Brasiluma TV de 85 polegadas com tela plana que custa R$ 100 mil. Um modelo com 78” que alterna entre o plano e o curvo foi lançado na Coreia do Sulpelo equivalente a R$ 77 mil, e a empresa tem um aparelho de 105” com tela curva, mas não flexível, que sai pelo equivalente aR$ 270 mil.
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Por: Unknown

Não é sempre que a bateria dos smartphones e outros portáteis consegue aguentar um dia inteiro de utilização — e também não é sempre que as tomadas estão por perto para nos livrar do drama do fim da carga. Mas felizmente existem alguns aparelhos no mercado que foram criados exatamente para essa situação: os carregadores portáteis, que armazenam energia para permitir a recarga de celulares, players e outros dispositivos.
Agora, a Urban Revolt está lançando um aparelho que faz exatamente isso. Trata-se do Urban Revolt 4400, que se conecta a qualquer aparelho eletrônico por meio de um conector micro USB, garantindo que os celulares sejam recarregados com bastante rapidez. A bateria interna é de íons de lítio e apresenta carga total de 4.400 mAh, o que é suficiente para qualquer smartphone ou phablet.

A fabricante afirma que o “pequeno e leve formato cabe facilmente na bolsa ou no bolso”. Ela também revela que o dispositivo conta com lanterna integrada e um demonstrador LED para revelar o nível de carga que ainda está disponível. Há opções preto-verde, branco-azul e branco-vermelho. Ele possui também um cabo USB de 25 cm que acompanha o kit. O preço sugerido para o mercado brasileiro é de R$ 89,90.
Alguem que um? Rsrs
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Por: Unknown

A falta de preparo para combater o ebola está permitindo que a doença mate centenas de pessoas em países africanos, mas locais como Estados Unidos e Europa contam com uma série de tecnologias de ponta capazes de conter o problema - que já chegou por lá.
Uma delas é um pequeno robô que emite raios ultravioleta C. Trata-se de um tipo de UV danoso a vírus e bactérias - assim como para o organismo humano - que geralmente para na camada de ozônio.
O Gizmodoexplica que, como o ebola não tem defesa contra o UV-C, seu DNA absorve a luz, que mata os germes impedindo que o vírus se espalhe.
Os enfermeiros usam o robô para eliminar a ameaça de determinados ambientes. Primeiro eles expõem as áreas que devem receber a luz; depois colocam um cone preto no interior do lugar para que a máquina saiba quando alguém estiver entrando e pare a operação sem causar prejuízos humanos.
Um cone laranja é colocado na parte externa para avisar quem chega de que não se deve entrar (a luz não atravessa paredes e vidros). O cone também é usado para interromper o processo manualmente.

Segundo o Mashable, o robô é fabricado pela Xenex e custa US$ 104 mil. Ele já está em uso em Dallas, no Texas, onde um paciente vem sendo tratado.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

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Por: Unknown quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A Apple deve liberar na tarde desta quarta-feira, 17, o download do iOS 8, que vem com uma série de novos recursos (clique aqui para ver quais são). O iPhone 6 sairá com o sistema de fábrica, mas ele pode ser baixado por todos os dispositivos móveis da marca que tiverem sido lançados após o iPhone 4:
  • iPhones 4s, 5, 5c e 5s;
  • iPod touch de 5ª geração;
  • iPad 2, com Retina, Air, mini e mini com Retina.
Mas antes de instalar o iOS 8 é bom pensar um pouco se a atualização é realmente imprescindível, principalmente se você tiver um modelo mais antigo de iPhone ou iPad, pois historicamente esses aparelhos têm dificuldades em rodar as versões mais novas do sistema operacional e apresentam uma queda acentuada de desempenho. Então, se você tem um iPhone 4s ou um iPad 2, pode não ser a melhor ideia.
Também é importante fazer o backup de tudo que você tem no dispositivo para evitar surpresas desagradáveis. Existem dois modos de realizar este passo: pelo iCloud ou pelo iTunes. A primeira opção guarda seus dados na nuvem da Apple, enquanto a segunda utiliza o seu computador. Ambas permitem rápido acesso às informações.
Para salvar no iCloud, acesse Ajustes > iCloud > Armazenamento e Backup, e depois toque em Fazer o backup agora. Já pelo iTunes você deve conectar seu aparelho ao computador, abrir o software, entrar na parte do software relativa ao seu dispositivo, acessar a aba Resumo e Fazer backup agora.
Agora, tudo pronto para baixar e instalar o iOS 8. Para instalar “over-the-air”, baixando a atualização direto para o aparelho, acesse Ajustes Geral Atualização de software, concorde com os termos de uso e instalação e aguarde o processo se encerrar. Se preferir instalar pelo iTunes, basta entrar em Resumo Buscar Atualização e concordar com o download e instalação, sempre lembrando de manter o dispositivo conectado ao PC o tempo todo.


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Por: Unknown

O iOS 8 chega nesta quarta-feira, 17, para alegria de usuários da Apple (você pode conferir detalhes sobre como atualizar e se seuaparelho será contemplado neste link). Algumas mudanças grandes esperam os usuários, mas não em relação a visual. As novidades ficam, principalmente, na área de recursos.

Novidades

A primeira grande mudança são as notificações do sistema. Sem sair de um app, o usuário pode responder mensagens recebidas, ou curtir uma postagem no Facebook. Também é possível interagir com as notificações na tela de bloqueio, como aceitar um convite sem a necessidade de desbloquear o celular.

O iOS 8 terá um aplicativo chamado "Health" que, como o nome já diz, serve para monitoramento da saúde do usuário. Ele será conectado ao HealthKit, que permitirá a integração com aplicativos de terceiros. A Apple diz que o sistema será capaz de notar alterações no corpo do usuário e, em caso de emergência, será possível notificar automaticamente o hospital para receber atendimento mais rápido. Obviamente que ele deve ter uma grande integração com o Apple Watch assim que o relógio for lançado.

O clique dublo no botão Home incluirá os contatos recentes, também. A busca do Spotlight foi melhorada para mostrar apps no aparelho e aqueles que você ainda não possui. Também será possível procurar por filmes, notícias, artigos na Wikipédia, etc.

A empresa revelou um teclado melhorado, capaz de sugerir palavras de acordo com os hábitos de digitação do usuário. Um exemplo: ao receber a mensagem "Quer ir ao cinema e depois jantar?", ele é capaz de sugerir as palavras "cinema" e "jantar" sem que o usuário toque no celular. O recurso aprende o vocabulário da pessoa para sugerir palavras usadas frequentemente. A Apple diz que nenhuma dessas informações sai do aparelho, garantindo a privacidade. 

O app de mensagens, que é o "mais usado do iOS", segundo a Apple, foi modificado, permitindo nomear as conversas para organizá-las com mais cuidado e até mesmo deixar aquelas na qual você não tem mais interesse. É possível fazer fotos e vídeos, ou gravar mensagens de voz, e enviá-los automaticamente com um pequeno atalho na interface. Estas mensagens se autodestroem depois de algum tempo, ao estilo Snapchat.

A Apple também lançou o Family Sharing, que une vários dispositivos em apenas uma "família". Assim, fica mais fácil compartilhar mídia entre os aparelhos, entre outros conteúdos. É possível encontrar o aparelho de seus contatos. Além disso, quando uma criança tentar comprar algum aplicativo, por exemplo, os pais poderão ser notificados e deverão dar permissão para a compra.

Para fotos, a empresa passou a oferecer armazenamento para fotos e vídeos na nuvem, para que elas sejam acessadas em qualquer aparelho. O iOS ganha também uma ferramenta de edição chamada "Smart Editing", capaz de melhorar fotos e vídeos. Foi adicionado também uma ferramenta de busca de fotos, com sugestões de imagens recém-tiradas ou vistas mais recentemente.

O Siri também foi levemente modificado, para atender ao comando "Hey, Siri". Ao dizer estas palavras, o sistema se abre para conversar com o usuário, claramente uma resposta ao "Ok, Google", do Android. O aplicativo terá integração com o Shazam para identificação de músicas.

Abertura do sistema

A Apple decidiu abrir o iOS 8 para duas novas funções importantes poderão mudar a briga com o Android. A empresa liberou a entrada de novos teclados e novos widgets no sistema operacional, dando mais ferramentas e liberdade para desenvolvedores.

Até agora, teclados diferentes dependiam de "dribles" nas restrições da Apple. Os desenvolvedores poderiam incluir teclados personalizados em seus apps, mas nunca poderiam ampliar a ferramenta para todo o sistema. Agora isso é possível. O SwiftKey, aplicativo de teclado customizável muito popular no Android, já está confirmado no iOS 8.

Já sobre os widgets, eles ficarão localizados na tela de notificações do iOS, de forma semelhante ao que era visto no iOS 5 e 6 (e abandonado no 7), mas bastante melhorado. Com a novidade, usuários poderão selecionar aplicativos que mostrarão informações neste espaço.


Por exemplo: erá possível fixar informações sobre esportes, clima e quaisquer outras que o usuário prefira neste espaço. Assim, a Apple se prepara para competir com mais força contra o Android e o Windows Phone na área de acesso rápido a informações de apps.


terça-feira, 9 de setembro de 2014

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Por: Unknown terça-feira, 9 de setembro de 2014

Ele existe - ou melhor: eles. A Apple apresentou nesta terça-feira, 9, a nova dupla de smartphones da marca, o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus. Como especulado, a empresa resolveu seguir a tendência do mercado e colocar aparelhos com telas grandes à venda, tanto que o primeiro modelo tem 4,7 polegadas e o outro, 5,5".
Os dois contam com um tipo novo de display que a Apple chama de Retina HD, o normal com resolução de 1334x750 enquanto o Plus é Full HD (1920x1080) - ele tem 185% mais pixels que o iPhone 5s. Aliás, como o iOS foi adaptado para o novo tamanho, mexer no plus é uma experiência semelhante à do iPad mini.

As 4,7" e 5,5" já eram esperadas, assim como outros detalhes revelados hoje. Por exemplo, os botões de volume, na lateral esquerda, ganharam um formato de pílula, sendo que antes eram bolinhas; do outro lado ficou o de ligar/desligar, que antes era encontrado na parte superior do aparelho. A Apple diz que fez isso para melhorar o manuseio.

Processamento
Os iPhones 6 também vêm equipados com o processador A8, um chip 13% menor que o A7. Ele tem 64 bits, 2 bilhões de transistores em 20 nanômetros. Phil Schiller, vice-presidente de Marketing da Apple, disse que a mudança garante 20% mais rapidez de processamento, sendo que o chip gráfico ficou 50% mais poderoso.
Sem dar muitos detalhes, a Apple garante que os novos smartphones têm desempenho de bateria no mínimo igual à da geração atual, isso se não for melhor. O iPhone 6 Plus garante 24 horas de conversação em 3G, enquanto o normal fica em 14 horas - o grandão ainda permaneceria 16 dias ligados em modo standby contra 10 do modelo menor.
Graças ao microprocessador M8, os aparelhos são capazes de entender quando o usuário estiver caminhando, pedalando ou correndo, além de calcular distâncias e elevação, medindo a pressão do ar. O 4G LTE ficou melhor e o iPhone agora suporta Wi-Fi 802.11ac.

Câmera e NFC
Quanto à câmera, ambos contam com iSight de 8 megapixels, flash True Tone e uma abertura de sensor de f2.2 - o sensor foi totalmente reformulado e o foco automático ficou duas vezes mais rápido que o dos iPhones antigos. Dá para fazer vídeos em 1080p com 30 ou 60 quadros por segundo, mas, em slow motion, 120 quadros ou 240 quadros por segundo. A Apple diz que as fotos panorâmicas chegam a 43 megapixels. O iPhone 6 tem estabilização de imagem digital enquanto o Plus vem com estabilização óptica.
Uma grande novidade dos iPhones 6 é que eles vêm com NFC, o que permitiu a criação de uma plataforma de pagamentos chamada Apple Pay. Ela mantém informações de cartão de crédito criptografadas por trás do Touch ID (o sensor biométrico dos aparelho) e transforma os smartphones em carteiras virtuais - em caso de perda ou roubo, tudo isso pode ser apagado via Find my iPhone. Nos Estados Unidos, isso funcionará com Anerican Express, Mastercard e Visa e mais de 22 mil lojistas já confirmaram que usarão a novidade.

Preço e lançamento
O iPhone 6 chega às lojas norte-americanas em 19 de setembro custando US$ 199, US$ 299 e US$ 399 nas versões com 16GB, 64GB e 128GB. Já o Plus sairá por US$ 299, US$ 399 e US$ 499, respectivamente. A última geração continua disponível, sendo que o 5c sairá de graça mediante contrato e o 5s, por US$ 99. A pré-venda começa no dia 12, mas a Apple promete levar o aparelho a 115 países até o final do ano.


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Por: Unknown

Na ocasião do lançamento do iPhone 5, em 2012, com a chegada de um novo formato de tela, a Apple se vangloriava de ter uma tela menor do que os competidores Android. Na época, até chegou a lançar um comercial sobre o assunto, que ironicamente foi ressuscitado pela internet agora que a empresa revelou os iPhones 6 e o 6 Plus, com 4,7 e 5,5 polegadas respectivamente.
No vídeo, o iPhone 5, com tela mais verticalizada é colocado em comparação com o polegar humano, mostrando o alcance do dedo que, de acordo com o comercial, permite alcançar todos os cantos do display sem grande esforço, em comparação com outros aparelhos maiores.

“Ou isso é uma coincidência incrível, ou uma demonstração de senso comum. Com certeza é o senso comum”, diz a voz que narra o comercial.


A peça publicitária claramente é uma alusão da época aos aparelhos cada vez maiores, embora a onda dos “phablets”, com mais de 5 polegadas, viesse só depois. Na época, os principais concorrentes ainda estavam com 4,7 ou 4,8 polegadas, como o Galaxy S3.


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

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Por: Unknown sexta-feira, 29 de agosto de 2014


Na última semana, diversos documentos confidenciais de uma das maiores empresas de vigilância do mundo, a Gamma, foram divulgados por um delator anônimo. Os papéis revelam detalhes de ferramentas e programas utilizados para vigilância, mas o que mais chamou a atenção é o que a companhia não consegue fazer: invadir um IPhone.
De acordo com o jornal The Washington Post, vários documentos mostravam o funcionamento de um spyware - software que recolhe informações sem o consentimento do usuário - chamado FinSpy, que depois de instalado em um smartohone, pode transformá-lo em um poderoso dispositivo de vigilância. Os usuários do malware conseguem ouvir as chamadas de voz, ler mensagens, roubar os contatos, ativar o microfone, rastrear a localização, entre outros recursos.
Porém, a Gamma só é capaz de acessar estes dados nos telefones com Android, em alguns aparelhos Blackberry e nos sistemas operacionais mais antigos da Microsoft. Nos dispositivos com iOS, o programa encontra diversos empecilhos. Segundo os documentos que vazaram, só é possível ter acesso aos dados dos telefones com o sistema operacional da Apple depois que o usuário é infectado com um jailbreak, que cria brechas de acesso para o spyware.

Com certeza, esta é uma ótima notícia para os usuário do iPhone e para a própria Apple, mas por que apenas a companhia consegue se blindar contra este tipo de ação? A empresa possui um processo extremamente fechado durante a criação dos seus produtos, só coloca no mercado os softwares finalizados e oferece poucas opções de personalização. Tudo isso faz com que os produtos se tornem mais seguros, já que a criptografia do programa impede inclusive as alterações solicitadas pelos próprios usuários.
Por outro lado, o Android é um sistema operacional maleável. O Google é responsável pelo desenvolvimento, mas a personalização fica por conta do fabricante que o utilizará. Com isso, é possível incluir e excluir programas e recursos, o que pode deixar o aparelho mais vulnerável. Hoje, há também telefones de diversos modelos, confeccionados por diferentes fabricantes e em países diversos, tornando impossível para o Google ter controle sobre as alterações ou criar recursos eficientes para proteger o sistema.

De acordo com o The Washington Post, o cenário fica ainda mais alarmante quando analisamos o consumo dos smartphones no mundo. Hoje, o Android domina a maior parte do mercado e possuem aparelhos de diversos modelos e preços, acessíveis para grande parte da população, mesmo sendo considerado o sistema operacional mais desprotegido.
Em uma palestra no mês passado, o diretor da União Americana dos Direitos Civis, Christopher Soghoian, falou sobre a importância de manter a criptografia nos aparelhos eletrônicos, e como ela pode ser vital para a proteção da população de países em crise: “A tecnologia pode protegê-lo de seu próprio governo, ou do governo de outras pessoas. Se você vive em um país autoritário, o recurso de criptografia de disco embutido [no sistema operacional] pode ser o que te manterá seguro”.
A preocupação é agora respaldada pelas descobertas feitas pelos jornalistas investigativos, que estão analisando à exaustão os documentos do grupo Gamma. Até agora, já se sabe que o FinSpy está infiltrado em computadores dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Rússia, e que está sendo usado contra advogados e ativistas no Bahrein.

Totalmente blindado?
Apesar de a companhia ter dificuldades de invadir o iPhone, isso não significa que seus usuários estejam completamente seguros. Sabe-se que há diversos recursos que podem ser utilizados para abrir uma brecha no sistema, como a própria Gamma fez no passado, utilizando um jailbreak.
As empresas de vigilância podem conseguir invadir um dos computadores sincronizados com o smartphone e entregar o software malicioso a partir do iTunes, por exemplo, ou um especialista pode encontrar uma falha, conhecida como “dia zero”, e vendê-la ao mercado expondo os aparelhos da Apple.
Nada impede, por outro lado, que os usuários com Android – apesar de este ser considerado o sistema mais vulnerável – ativem a criptografia em disco, tornando os aparelhos mais seguros.

O que você acha? Este é apenas mais um tópico na briga Android versus iOS, ou é um fator realmente relevante na decisão dos usuários? Conte para nós nos comentários!


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

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Por: Unknown segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Muitas pessoas não tem a menor ideia de que nossos smartphones possuem métodos de localização que vão além do simples GPS – de fato, como listado pelo PC World, temos pelo menos dez sistemas diferentes dentro de nossos portáteis capazes de dizer onde estamos.
Uma ferramenta que costuma passar despercebida até pelos mais versados no mundo a tecnologia, entretanto, é o sistema de navegação inercial. Diferente de praticamente todos os outros, esse mecanismo se destaca por ser capaz de mostrar sua posição sem a ajuda de qualquer outra ferramenta.
Como funciona
O funcionamento do sistema de navegação por inércia é baseado em um conceito bastante simples, que usa três ferramentas presentes em praticamente todos os smartphones: uma bússola, um acelerômetro e um giroscópio.
Basicamente, o mecanismo faz um trabalho em equipe entre as três peças. Primeiro, a bússola, por apontar para o norte magnético, cria um ponto de referência para o sistema; depois, o giroscópio identifica para qual lado você está andando, usando o ponto de referência antes mencionado. Por fim, o acelerômetro calcula a velocidade que você está se deslocando.
Uma vez que os três mecanismos definem para onde você está se deslocando e a qual velocidade – além de criar um ponto de referência através do norte magnético –, tudo o que resta ao sistema de navegação inercial é aplicar essas informações ao mapa do mundo, usando sua posição inicial.
Um sistema imperfeito
Se nossos aparelhos portáteis já possuem um método de navegação que funciona mesmo sem conexão alguma, por que é que ele não substitui o GPS e os outros sistemas de localização por completo?
O motivo para isso está no fato de que o sistema de navegação inercial vai se tornando cada vez mais impreciso à medida que o tempo passa. Segundo o PC World, especialistas como Charlie Abraham, vice-presidente de engenharia na divisão de GPS da Broadcom, costumam dizer que “eles vão funcionar por minutos, mas não por dezenas de minutos”.
De maneira simples, é como um efeito dominó: pequenos erros de medição causados pelos três mecanismos a cada segundo vão se acumulando gradativamente – logo, uma diferença de milímetros, nos primeiros minutos, evolui para falhas de até mesmo um quilômetro, depois da primeira hora.
Em comparação ao GPS, a navegação inercial é muito menos precisa (Fonte da imagem:Reprodução/Wikimedia Commons)
A única solução para que o sistema de navegação inercial se mantenha preciso é se, a cada curto espaço de tempo, seu posicionamento seja reiniciado por outro mecanismo como o GPS.

O GPS do futuro

Embora atualmente o sistema de navegação por inércia não seja capaz de substituir outros mecanismos, pode ser que isso mude dentro de pouco tempo.
É o caso, por exemplo, do projeto experimental feito pelas empresas STMicroelectronics e CSR. Nele, um sistema de navegação por inércia comum foi adaptado para se tornar muito mais preciso, além de adicionar um medidor de pressão do ar para conseguir calcular a altura em que uma pessoa está com grande precisão.
O mecanismo, que foi testado por um dos jornalistas do IEEE Spectrum, impressionou pela precisão. Segundo ele, foi possível guiar-se por uma enorme exposição artística por vários minutos, sem a ajuda de qualquer outro método de navegação – e sem que houvesse erros de medição.
Como dito anteriormente, esse ainda não passa de um projeto experimental; logo, essa tecnologia deve estar longe de chegar aos nossos celulares. Mas, dentro de alguns anos, pode ser que a presença de um GPS em nossos aparelhos passe a ser secundária, dando lugar a mecanismos de localização inercial muito mais eficientes.
FONTE(S)
·         PC World
·         IEEE Spectrum


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Por: Unknown
Um relatório divulgado nesta semana pela Pew Research, intitulado “AI, Robotics, and the Future of Jobs”, afirma que até 2025 bonecas robóticas para uso sexual serão comuns entre a população. A constatação é apenas uma entre as diversas conclusões reveladas pelo extenso estudo de 66 páginas divulgado pela companhia.
O estudo da Pew Research afirma ainda que a inteligência artificial deve avançar ainda mais nos próximos anos, criando um cenário em que muitos empregos deixarão de existir. Praticamente todos os especialistas ouvidos são unânimes em afirmar que os robôs tomarão o lugar daqueles que hoje desempenham tarefas repetitivas ao estilo “linha de produção”.
No que diz respeito ao tema mais controverso do estudo, o das bonecas robóticas para fins sexuais, Stowe Boyd da GigaOM Research, é pouco otimista quanto a essa situação. “Parceiros sexuais robóticos serão comuns em dez anos, mesmo que hoje a ideia seja vista com desprezo pela maioria”, explica.

FONTE(S)
·         Pew Research (PDF)
IMAGENS
·         Universal Pictures

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Por: Unknown
Redes sociais que focam sobre nichos de usuários estão cada vez mais populares – conheça, por meio deste link, sete ambientes online de interação entre pessoas para lá de bizarros. Fato é que sites especializados em aproximar donos de animais são moda em meio à comunidade internauta norte-americana.
E a estratégia usada por quem decide conectar-se a esses tipos de serviços é ardilosa: com a intenção de “quebrar o gelo”, pessoas que decidem se encontrar levam consigo seus cães para verificar a existência de afinidade entre ambos os cachorros.
Comunidades especializadas em preferências religiosas, culturais ou política são populares; não é comum ver, porém, sites que abarcam apenas usuários que possuem animais de estimação. A constatação é notada por Karen North, professora de mídia social da Escola de Jornalismo da Universidade do Sul da Califórnia. “Se você encontra alguém com a mesma paixão por um estilo de vida, você não tem que começar a estaca do zero”, destaca a pesquisadora.
Kris Rotonda, fundador do site "You Must Love Dogs", ao lado de sua namorada.
O pensamento de Karen é corroborado por Michal Ann Strahilevitz, professora de marketing na Universidade Golden Gate, em São Francisco. “Ter um tema, uma paixão em comum faz parecer que você está procurando por uma agulha em um palheiro muito menor, mais relevante e atraente”, comenta Michal.
Implicações
Mas seria o teste de afinidade entre cachorros o método mais adequado de procura a um namorado? Apesar de agregarem pessoas que têm um interesse em comum e facilitarem, assim, a busca por um parceiro, sites como “Pets Dating” e “You Must Love Dogs” não fazem milagres.
De acordo com Trish McDemott, especialista em relacionamentos e porta-voz do site “Match.com”, a “conexão canina” pode, por vezes, constituir-se como obstáculo a solteiros que decidem aventurar-se em ambientes online deste tipo. “Quem, em sã consciência, gostaria de tornar [a busca por um parceiro adequado] mais difícil ao insistir em uma ‘química canina?”, provoca a estudiosa.
Meu primeiro e último encontro
Ilustração aos resultados nem sempre positivos obtidos por quem opta sair com pessoas e colocar a “química canina” à prova é a história de Joanie Pelzer. Ao se inscrever em um site de relacionamentos em que somente donos de cachorros são aceitos, a moça já deixou claro que Hubbell, seu chihuahua, “gosta mais de pessoas do que de outros cachorros”.
"Hubbell gosta mais de pessoas do que de cães", diz Joanie Pelzer, dona do chihuahua.
Joanie, após encontrar um homem disposto a relacionar-se com alguém que adora cães, disse que seu cachorro “implora por atenção, rouba comida e não tolera ficar no banco traseiro de um carro”. Fato é que seu encontro marcado por meio de um site como “Pets Dating” não terminou de forma romântica: Hubbell, o pequeno e dengoso cachorro da moça, roubou o café da manhã de seu candidato a namorado logo na primeira vez em que o casal se encontrou.
Mas tomar como preponderante o fato de se amar cães pode, naturalmente, afastar acompanhantes que não se dariam bem em um relacionamento duradouro. Joanie relata também outra de suas experiências: certa vez, um homem empurrou seu cão para fora do sofá. “Essa foi a última em que estivemos juntos. Não se faz isso com o meu cachorro”, disse.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

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Por: Unknown quinta-feira, 21 de agosto de 2014


O app Secret tem dado o que falar nas últimas semanas no Brasil e, por determinação da justiça do Espírito Santo, a ferramenta deve ser removida de todas as lojas de apps para smartphones nos próximos oito dias. Por conta disso, já não é mais possível baixar o Secret na App Store brasileira e, portanto, iPhones e iPads não podem mais fazer a instalação.

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Apple resolveu remover a aplicação da sua loja brasileira para evitar a multa diária de R$ 20 mil, que seria aplicada caso o prazo não fosse cumprido. Contudo, qualquer pessoa que possua uma conta internacional na App Store pode baixar o Secret sem qualquer problema. Foi determinado ainda que o app fosse desinstalado remotamente dos celulares nos quais ele já está presente. Contudo, não há relatos de que isso de fato aconteceu.
Por outro lado, na Google Play, o aplicativo continua disponível para baixar e não há qualquer informação sobre sua provável remoção da loja do Android até o momento. Na loja do Windows Phone, uma ferramenta similar, o Cryptic, também teve seu nome citado pelo Ministério Público e a Microsoft está sujeita à mesma multa caso não faça a remoção de loja.


FONTE(S)
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